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SOMOS OS EDUCADORES DE APOIO, ATIVOS E INATIVOS, QUE ATUAM OU ATUARAM EM ESCOLAS DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE SÃO PAULO E NOS ÓRGÃOS DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO (SEE): QUADRO DE APOIO ESCOLAR (QAE) E QUADRO DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO (QSE).

QAE: Assistente de Administração Escolar; Secretário de Escola; Agente de Organização Escolar (AOE); Agente de Serviços Escolares (ASE).

QSE: Executivo Público (EP); Oficial Administrativo (OA); Auxiliar de Serviços Gerais, entre outros.


ESTATÍSTICA: NOS VEJA EM NÚMEROS (clique aqui)


"Se a Educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Se a nossa opção é progressista, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, não temos outro caminho senão viver plenamente a nossa opção. Encarná-la, diminuindo assim a distância entre o que dizemos e o que fazemos."
Paulo Freire

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ROL DE ATRIBUIÇÕES - PARTE I I

Este Blog e seu autor manifestam-se veementemente contrários e com absoluta respulsa à Resolução SE –52.
Trata-se de uma normal IMORAL e DESUMANA!
Designa, na prática, o Agente de Organização Escolar como o grande mantenedor da Unidade Escolar, “salvador” da pátria da INCOMPETÊNCIA do Estado em gerir seu quadro de funcionários.
Remete o AOE a uma espécie de “faz-tudo”.
Trata-o como Educador NA TEORIA, como bem explicita o Inciso XXV, do Artº 3º.
Mas a grande QUESTÃO é que não retribui com DIGNIDADE toda essa avalanche de atribuições. Os vencimentos do AOE, mesmo com a LC 1.144, beiram o ridículo.
É trágico saber que a Educação Pública Estadual de SP caminha a passos largos para um caos generalizado, pois não manterá, de hoje em diante em seus quadros, pessoal fincado em carreira. NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM, se sujeitará a míseros R$ 800,00 de início de carreira (Faixa 1, Nível I) por muito tempo. A SEE continuará transformando-se em – se já não o é – trampolim para carreiras dignas, justas e bem remuneradas.
Aos ASES – outro cargo em extinção - passa a atribuir a função de manter a disciplina de alunos, num total desrespeito à Lei 7.698 de 1992, que criou o cargo de Servente de Escola.
Agora, o mais “bizarro” de toda esta situação é o Artigo 5º que confere ao GOE a prerrogativa de determinar quais as atividades que o Secretário desempenhará. Ou seja, O Secretário de Escola exercerá somente as atividades relacionadas ao Artº 3º que lhe forem atribuídas pelo GOE. Assim caberá ao Gerente determinar quais, das constantes no referido artigo, são atribuições também do Secretário.
Ora, se até à Certificação (prometida em 180 dias, o que duvidamos) o GOE é o próprio Secretário de Escola, cria-se uma situação esquizofrênica de alguém mandando em si mesmo e determinando suas próprias atividades e obrigações. Essa pérola só podia mesmo vir da Secretaria de Estado da Educação. 
No que tange ao Assistente de Administração Escolar, reiteramos o que sempre dissemos: exigência de nível superior para investidura no cargo. Maior salário de todo o QAE. E rol de atribuições que, apesar de importante, é ínfimo diante dos demais, sobretudo os AOEs.
Ainda há muitas observações e críticas a mais esta determinação AUTORITÁRIA do Governo, mas ficamos por aqui porque podemos extrapolar a tolerância e partirmos para um nível muito baixo – e mesmo assim estaríamos acima do caráter do Governo.
Talvez fosse interessante pensar numa ação individual ou coletiva questionando um rol tão extenso, impossível de ser cumprido na prática, com remuneração tão baixa. Podemos citar as atribuições do AAE em comparação às do AOE e Secretário de Escola, sobretudo a diferenciação salarial entre eles. Não é porque exige-se curso superior para o Assistente que seus vencimentos devam, tão somente pelo fato, ser maiores. Pelo contrário, exigências maiores de escolaridade requerem compromissos e responsabilidades à altura. Não é o que vimos neste caso.

PENSAMOS QUE SEJA DEFINITIVAMENTE A HORA DE TODOS, ESPECIALMENTE AOES, LEVANTAREM-SE E EXIGIR RESPEITO. NÃO É POSSÍVEL TOLERAR MAIS TANTAS ATROCIDADES.

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17 COMENTÁRIOS/OPINIÕES

Anônimo

Jogar tudo nas costas dos AOEs fica fácil, por míseros R$800,00, quero ver AOE que vai suportar ter toda essas atribuições. Eu não vou ficar me matando enquanto alguns ficam só "vigiando". Isso é uma palhaçada!!!!!!!!! Futuramente seremos Agente faz tudo.

Anônimo

De que maneira poderemos fazer uma ação coletiva?Vamos pensar na maneira correta e agir, chega de humilhação. E a tal da AFUSE, aceitou tudo numa boa?Precisamos também de um sindicato forte.

Anônimo

Edson em relação aos concursados que eram oficiais de escola vc sabe me dizer se podemos exigir o direito de trabalhar dentro da secretaria da escola , ja que prestamos concurso para trabalhar na secretaria e não no pátio.

Edson

Para uma ação temos que ter um amparo e parecer jurídicos bem fundamentados.

Desde a Lei 7698/92 - que criou o QAE - os antigos oficiais já tinham a atribuição de "olhar" alunos. Só que esta Lei apenas se referia à entrada e saída dos alunos, não sua movimentação dentro ou fora do recinto escolar. Com a junção dos cargos (oficial e inspetor) em AOE a coisa degringolou. Deixamos a coisa andar e agora chegamos neste ponto.
Realmente já não sei o que podemos fazer, mas temos que nos UNIR e exigir respeito mínimo.

alex

BEM O CORRETO ERA VOLTAR TUDO ATRAS E SER COMO A LEI 7698/92, OFICIAL DE ESCOLA, INSPETOR DE ALUNOS, SERVENTE DE ESCOLA E SECRETARIO, CADA UM C/ AS PRÓPRIAS ATRIBUIÇÕES.
JA QUE JUNTARAM TUDO A REMOÇÃO DO QAE DEVIA CONSIDERAR AG. ORG E SECR UM SÓ, NESSE CASO O SECRETARIO É PREJUDICADO PQ. CONTINUA SENDO CONTADO UMA VAGA E ONDE EU QUERIA IR NÃO TEM TEM

alex

E MAIS NÃO ENTENDO DE LEIS MAS ACHO INCONSTITUCIONAL ESSE TAL DE GERENTE COMO PODE MANDAR COMO 1 DIRETOR SE NÃO TEM ESTUDO SUPERIOR, E O MAIS QUE VAI AHAVER O CASO 1 AGENTE VAI SER GERENTE E VAI MANDAR NO SECRETARIO QUE NAÕ PASSAR...
O GERENTE SÓ PODIA EXISTIR SE FOSSE UM NOVO CARGO C/ CONCURSO PUBLICO E NECESSARIO NIVEL SUPERIOR.
UM ABRAÇO

Angela Leste3

Pois é amigos, a Res SE é a Lei 7698/92 modernizada, ou seja, contando com as atribuições referentes à informatização.
Nesse momento estamos aflitos, mas logo a poeira vai baixar e será possível notar que nada mudou.
Duvido que em relação ao rol, mude alguma coisa para quem quer que seja.
Creio que a Res. vai auxiliar na diminuição da injustiça com o AOE ex designdo, que não será mais gratificado e que possívelmente seria o responsável em continuar exercendo as funções de RH (que na teoria, já deviam ser divididas mas que por CULTURA, eram atribuida ao secretário).
Temos que lembrar que o secretário é extinto e assim, não será mais possível nenhum AOE receber a diferença pelos serviços prestados.
Inicialmente teremos o secretário e o AOE ex designado, realizando as tarefas que já lhe eram atribuidas, só que agora na função de GOE, com a gratificação.
Após a certificação, haverá um novo (ou o mesmo)GOE e a responsábilidade pelo RH será do secretário efetivo e agora extinto, do AOE ex designados ou do próprio GOE.
Mas lembrem-se nenhum Diretor de Escola, vai querer um GOE que não faça nada, na cabeça deles essas atribuições "Importantes" de RH serão específics desses funcionários, assim é importante que TODOS aqueles que querem essa responsábilidade tentem a certificação.
Lembrando, que é só uma função, e assim como pode ser designado, poderá ser cessado.
Só para lembrar, quando a 7698/92 foi publicada, nós oficiais de escola, ficamos desesperados porque teríamos que fazer TUDO e o secretário não ia fazer nada além de mandar, mas como eu já disse antes. Pela própria cultura, em algumas escolas o serviço acabou sendo atribuído aos secretários.
Tenham fé, isso não vai mudar, o GOE é quem vai responder pelas tarefas de RH ou delegará ao funcionário que sabe fazer.
Então se teremos que fazer do mesmo jeito o melhor é estudar para ser o GOE.
Boa sorte a TODOS.
Angela
Leste3

Anônimo

Quem pode me explicar ou me orientar (desde que não seja Diretoria de Ensino) o por quê do rebaixamento de Faixa/nível? Eu era 2D, recebi 2 evoluções de 2000 a 2010 e com 20 anos de Serviço público me igualaram aos colegas que estão iniciando!
Fui para 1B. Estou perplexa, revoltada porque o AOE é tão discriminado? Meu Diretor e professores que eu consultei tiveram realmente reorganização salarial, exemplo de 2D foram p/ 3E.(Faixa/Nível). E ainda dizem que sou educadora!

Anônimo

gostaria de saber porque uma escola de grande porte como o Sartre coc não paga um salario digno, não paga horas extras, e aos domingo se tiver alguma atividade, somos convocados mas não recebemos como extras

Anônimo

ninguem é obrigado a levar a escola nas costas , so porque esta escrito no papel, AOE nunca fez pagamento, nem fara, pensam que e so falar e faremos nem pensar, nao ganhamos nada pra isso a mais em nosso salario, responbilidade de Secretario, que o Governo extinguiu, se virem agora e vejasm quem fara, a final de contas se errarmos quem pagara ao Professor??? O diretor?? o Gerente??? poius o secretario esta extinto...

Anônimo

Tenho vergonha de pertencer a uma classe que infelizmente não tem força de mobilização nenhuma, e simplesmente deixa o estado impor toda e qualquer porcaria sob todos nós.

João Lucio - joo_lucio@yahoo.com.br

Anônimo

Enquanto muitos estão se preocupando em ser GOEs, se matando em ler apostilas intermináveis, o governo consegue seus intentos em nos desviar de lutar por um salário digno, por um plano de carreira, por evolução, por um vale-alimentação decente.
Se é para ler, estudar como loucos para ocupar uma função inventada por desocupados, que o façamos para passar num concurso público de Verdade.
Triste ver colegas bajulando o Padula no Twitter em troca de não-sei-o-quê.

Anônimo

Boa-tarde

Pelo que percebo nas comunidades do Orkut (de AOEs e Secretários), o pessoal só fala em certificação, prova para GOE, estão pouco se 'lixando' para plano de carreira, evolução, Profuncionário, entre outros.

Verdadeiramente o governo paulista conseguiu seus intentos: desviar e estabelecer a discórdia entre os funcionários. Todo mundo preocupado em ser GOE, função inventada por desocupados para enganar aos desavisados e ingênuos funcionários.

Salve-se quem puder, cada um por si e Deus por todos. Muito desalentador esse cenário.

Edson F.

Realmente, o tema "GOE" venceu e tomou conta da pauta. Estamos ainda sonolentos quanto aos assuntos de vital importância que, ao contrário do GOE, beneficiam muitos: Promoção, Progressão, enfim.

Anônimo

Exatamente, meu caro colega, só se fala nisso que chega a me dar náuseas. Os secretários foram extintos, houve o reenquadramento que prejudicou a todos.
Muitos, no afã de se tornar "GOEs", estão se vendendo em troca de migalhas. Pior ainda é ver alguns venerando o Padula, no Twitter, como se fosse um deus.
E, talvez, o mais dantesco é ver a AFUSE fazer o jogo do governo aceitando passivamente os desmandos desse que só nos massacra.

Edson F.

Anderson,
refazendo sua pergunta: "Quando fiz o concurso em 1992, foi para o cargo de Oficial de Escola, para trabalhar na Secretaria. Depois que criaram o cargo de Agente de Organização Escolar, fundiram Oficial de Escola com Inspetor de Alunos o que pra mim não é bom, porque gosto, conheço e prefiro os serviços administrativos da secretaria da escola e nunca desejei trabalhar como Inspetor de Alunos cargo que não me agrada nem um pouco. Por quê será que foi criado o cargo de Agente de Organização Escolar? Quando foi criado (ano)?

A própria Lei Nº 7.698, de 10 de janeiro de 1992, que criou o Quadro de Apoio Escolar (QAE) no qual o cargo de Oficial de Escola estava inserido, já dizia em seu Artigo 5º, Inciso II, Alínea B, Item 13: colaborar para que a entrada e a saída dos alunos se dêem disciplinadamente, Portanto, "olhar" alunos sempre fez parte das atribuições deste profissional.

Com a edição da Lei Complementar n° 888, de 28/12/2000, que criou o primeiro Plano de Carreira do QAE, unificou-se ambos os cargos de Oficial de Escola e Inspetor de Alunos. À época, em função até onde se sabe da necessidade de se promover o grave problema de excedência de funcionários. A ideia era de que unificando haveria a solução para a problemática. Mas percebemos que, futuramente, tal decisão afetou negativamente os perfis profissionais.

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